
Pesquisa de Linguagem Cultural: Patrimônio Cultural (material e imaterial) – com foco em educação patrimonial e produção de materiais educativos acessíveis.
Segmento: Pesquisa em Patrimônio Imaterial + Produção Editorial/Educacional (cartilhas, revista, site, podcast, oficinas).
Identificação do Projeto
São Gabriel da Cachoeira (AM) – comunidades e escolas da área urbana e ribeirinha.
Barcelos (AM) – comunidades indígenas e ribeirinhas do médio Rio Negro.
Santa Isabel do Rio Negro (AM) – comunidades ribeirinhas e associações locais.
Presidente Figueiredo (AM) – apoio logístico e acadêmico via IFAM (Campus Presidente Figueiredo).
Manaus (AM) – sede administrativa, apoio técnico, gráfica, divulgação e lançamento parcial.





O projeto "Guardiãs da Terra: Saberes Femininos do Rio Negro" propõe a realização de uma pesquisa cultural e educacional sobre o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (SATRN), patrimônio cultural imaterial registrado pelo IPHAN, com foco no protagonismo das mulheres indígenas e ribeirinhas na preservação e transmissão desses saberes milenares.

A iniciativa será desenvolvida ao longo de 12 meses (outubro/2025 a setembro/2026), nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, com apoio acadêmico do IFAM – Campus Presidente Figueiredo e parcerias das prefeituras e associações comunitárias locais.
Com o patrocínio solicitado, no valor de R$ 80.000,00, o projeto viabilizará a pesquisa de campo em comunidades indígenas e ribeirinhas; a produção de 1 revista ilustrada (100 exemplares) e 5.000 cartilhas pedagógicas; a criação de um site acessível com recursos de realidade aumentada; a gravação de um podcast/audiobook (10 episódios); a realização de 3 oficinas educativas e 4 eventos públicos gratuitos de lançamento; e a ampla difusão digital do conteúdo, com previsão de atingir mais de 1 milhão de pessoas nas redes sociais.
Além da pesquisa, a proposta garantirá que todo o conteúdo seja plenamente acessível, com versões em Libras, audiodescrição, PDFs acessíveis e podcasts. O objetivo é transformar esse patrimônio cultural em material educativo para escolas da região e para toda a sociedade, promovendo o acesso democrático ao conhecimento e fortalecendo a identidade cultural do Rio Negro.
Realizar uma pesquisa cultural e educacional sobre o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (SATRN), com foco no protagonismo das mulheres indígenas e ribeirinhas, entre outubro/2025 e setembro/2026, nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro (AM).
Produzir e difundir materiais educativos e acessíveis, resultando em 1 revista ilustrada (100 exemplares), 5.000 cartilhas pedagógicas, um site interativo com realidade aumentada e um podcast/audiobook (10 episódios), garantindo ampla circulação do conhecimento em formato impresso e digital.
Promover ações de educação patrimonial através da realização de 3 oficinas educativas gratuitas e 4 eventos públicos de lançamento em escolas, centros culturais e auditórios municipais das cidades participantes.
Democratizar o acesso ao patrimônio cultural, garantindo que todo o material seja acessível com recursos de Libras, audiodescrição, legendagem e versões digitais compatíveis com leitores de tela, alcançando presencialmente estudantes e professores da rede pública local e virtualmente mais de 1 milhão de pessoas por meio das redes sociais e do site oficial do projeto.
A iniciativa do projeto "Guardiãs da Terra: Saberes Femininos do Rio Negro" nasce da necessidade de valorizar, registrar e difundir o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (SATRN), patrimônio cultural imaterial reconhecido pelo IPHAN em 2010. Essa prática agrícola, desenvolvida há pelo menos 13 mil anos (Neves, 2016; Heckenberger, 2009; Balée, 2013), é um exemplo de sustentabilidade e de como a floresta amazônica foi moldada pela ação humana planejada. O diferencial do projeto está em destacar o protagonismo das mulheres indígenas e ribeirinhas, que são guardiãs da preservação das sementes, da seleção de manivas e da transmissão intergeracional dos saberes (PNCSA, 2014; Lima, 2005; Oliveira, 2018; FOIRN/ISA, 2012).
A execução é favorecida por uma ampla rede de parcerias institucionais, que inclui o Instituto Federal do Amazonas (IFAM – Campus Presidente Figueiredo), as prefeituras de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, além de associações indígenas e ribeirinhas locais. Essa rede garante logística, mobilização comunitária e apoio técnico. Além disso, a equipe é formada por profissionais experientes em pesquisa, produção cultural, audiovisual e educação patrimonial, sob a coordenação da professora Terezinha de Jesus Reis Vilas Boas, PhD em Educação e docente do IFAM.
A adoção da etnografia como metodologia central fundamenta-se na tradição antropológica inaugurada por Franz Boas e consolidada por Bronislaw Malinowski, cujas práticas de observação participante revolucionaram a pesquisa de campo no início do século XX (LAPLANTINE, 2003; MATTOS; CASTRO, 2011). A permanência em campo, a convivência com os povos pesquisados e a aprendizagem de seus códigos culturais garantem a superação de olhares etnocêntricos e permitem uma descrição cultural mais densa e significativa.
Nesse sentido, Clifford Geertz (2008) reforça que a tarefa do etnógrafo consiste em produzir uma “descrição densa”, ou seja, interpretar os significados que os sujeitos atribuem às suas práticas sociais, tecendo as “teias de significados” que constituem a cultura. De modo complementar, Clifford e Marcus (1986) problematizam a própria escrita etnográfica, evidenciando suas dimensões políticas e questionando a neutralidade da produção textual, um ponto fundamental para pesquisas comprometidas com comunidades historicamente marginalizadas.
Autores brasileiros também contribuem para essa discussão. José Guilherme Cantor Magnani (2009) destaca a etnografia como prática e experiência, defendendo que o pesquisador não apenas descreve, mas se coloca em diálogo com os atores sociais, reinterpretando suas próprias categorias à luz dos significados locais. Já Mariza Peirano (1995) enfatiza a importância da etnografia no Brasil como ferramenta crítica para compreender as relações sociais e o pluralismo cultural.
A perspectiva de Lüdke & André (2012), por sua vez, propõe a sistematização da pesquisa etnográfica em três fases – exploração, decisão e descoberta – que dialogam diretamente com a proposta deste projeto, o qual se estrutura a partir de: (i) imersão em campo nas comunidades do médio e alto Rio Negro; (ii) sistematização e curadoria dos dados coletados; e (iii) devolutiva em forma de cartilhas, revistas e conteúdos digitais acessíveis.
Outro aspecto central desta justificativa é o protagonismo feminino negro na coordenação e execução da pesquisa. Ao ser liderado por Terezinha de Jesus Reis Vilas Boas, pesquisadora PHD e mulher negra amazônida, o projeto confronta desigualdades históricas de gênero e raça na produção de conhecimento científico e cultural. Como afirmam Mattos e Castro (2011), a etnografia deve promover a inclusão, a autodeterminação e a valorização das vozes que foram silenciadas ao longo do tempo. Assim, ao reconhecer a centralidade das mulheres negras e de pesquisadoras não-binárias na produção cultural amazônica, o projeto também dialoga com abordagens feministas e interseccionais contemporâneas.
O Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (SATRN), reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2010, é um dos mais sofisticados exemplos de agricultura comunitária da Amazônia. Esse sistema milenar, construído e preservado por povos indígenas e ribeirinhos, constitui não apenas uma estratégia de sobrevivência alimentar, mas também um patrimônio cultural, ecológico e simbólico.
Contudo, apesar desse reconhecimento oficial, o protagonismo feminino no SATRN permanece invisibilizado. Como observa Vilas Boas (2019), há uma tendência histórica da literatura acadêmica e das políticas públicas em generalizar o sistema agrícola como coletivo, ignorando as práticas específicas das mulheres — especialmente no que se refere à seleção de sementes, conservação da mandioca e transmissão intergeracional dos saberes agrícolas.
Grande parte dos estudos sobre o SATRN ressalta seu valor coletivo (GEERTZ, 2008; PEIRANO, 1995), mas deixa de lado a centralidade das práticas femininas. Essa lacuna compromete a compreensão integral do patrimônio e impede a formulação de políticas públicas adequadas.
Como apontam Clifford e Marcus (1986), todo texto etnográfico é também uma construção política. No caso do Rio Negro, o silenciamento dos saberes femininos reflete um padrão de marginalização estrutural, em que as mulheres indígenas e ribeirinhas são reconhecidas como participantes, mas raramente como agentes epistêmicas centrais.
A ausência de registros sistemáticos dos papéis femininos, como destaca Vilas Boas (2021), reproduz desigualdades de gênero e dificulta a valorização cultural, transformando a invisibilidade em uma problemática acadêmica e política.
A integração entre saberes tradicionais e saberes científicos não ocorre sem tensões. Weaver (2023) demonstra que processos de “tradução” cultural tendem a reforçar hierarquias de poder, legitimidade e gênero, o que pode intensificar desigualdades preexistentes.
No contexto do Rio Negro, práticas femininas como a gestão de roçados e a conservação de sementes são frequentemente desconsideradas nos espaços de decisão institucional, o que reforça o silenciamento político das mulheres indígenas.
Esse quadro está alinhado à crítica de Magnani (2009), que alerta para os riscos da etnografia quando esta ignora as experiências específicas dos grupos pesquisados, fragmentando a totalidade da análise social.
A continuidade do SATRN também sofre ameaças externas. Estudos recentes apontam que as mudanças climáticas, o avanço da fronteira agrícola e a violência contra comunidades tradicionais impactam diretamente as práticas femininas (INSTITUTO IGARAPÉ, 2023).
Mulheres que atuam como guardiãs do território enfrentam riscos específicos, tanto pela expansão predatória quanto pelas desigualdades de gênero que restringem sua participação em arenas decisórias. Tiriba (2024) adverte que a ruptura do sociometabolismo entre natureza e sociedade acelera a erosão cultural, fragilizando a transmissão intergeracional dos saberes femininos.
Como sintetiza Vilas Boas (2022), a ameaça externa sobre o SATRN não é apenas ecológica, mas também social e de gênero, pois impacta diretamente as mulheres responsáveis pela manutenção da diversidade agrícola.
Outro desafio central refere-se à documentação e divulgação dos saberes tradicionais, especialmente no que se refere à proteção da autoria coletiva das comunidades. A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI, em inglês World Intellectual Property Organization – WIPO) alerta, em seu Toolkit de Documentação (2017), que processos de catalogação inadequados podem fragilizar o controle comunitário sobre os saberes, expondo-os a riscos de apropriação cultural indevida por agentes externos.
No caso do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (SATRN), essa problemática é ainda mais sensível. Como demonstram Vilas Boas (2022) e Peirano (1995), a maioria dos conhecimentos agrícolas femininos é transmitida pela oralidade e está profundamente vinculada à cosmovisão indígena. Tais saberes não podem ser reduzidos a meros registros técnicos, sob risco de esvaziar seus significados culturais, espirituais e políticos.
Além disso, Clifford Geertz (2008), ao propor a “descrição densa”, já advertia que o processo de registrar culturas não pode ser neutro, mas exige uma interpretação cuidadosa para não transformar práticas complexas em dados simplificados. Clifford e Marcus (1986) reforçam essa crítica, lembrando que todo ato de escrita etnográfica é também um ato de poder, o que exige responsabilidade ética diante das comunidades pesquisadas.
Assim, a pesquisa sobre o SATRN enfrenta o desafio de construir estratégias de documentação participativa, garantindo que as próprias mulheres indígenas e ribeirinhas sejam protagonistas da produção do conhecimento. Magnani (2009) defende a importância da etnografia enquanto prática coletiva, na qual os sujeitos pesquisados também são coautores da análise. Essa perspectiva é fundamental para evitar processos de expropriação simbólica e assegurar que a documentação dos saberes femininos resulte em fortalecimento cultural e autonomia comunitária, e não em sua vulnerabilização.




Assim, a problemática que fundamenta este projeto é clara: os saberes agrícolas femininos do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (SATRN) permanecem invisibilizados, subvalorizados e sob risco de erosão cultural, tanto por pressões externas — como mudanças climáticas, avanço da fronteira agrícola e violência contra comunidades tradicionais (INSTITUTO IGARAPÉ, 2023; TIRIBA, 2024) — quanto por estruturas internas de poder que silenciam a contribuição das mulheres na gestão de roçados, seleção de sementes e transmissão intergeracional de conhecimentos (WEAVER, 2023; VILAS BOAS, 2019; 2021).
O desafio central é documentar, valorizar e difundir esses saberes de forma eticamente responsável, acessível e sob controle comunitário (WIPO, 2017), garantindo que esse patrimônio cultural ancestral seja reconhecido, ensinado e preservado como referência fundamental para as futuras gerações.
A pesquisa seguirá uma abordagem qualitativa e etnográfica, com ênfase na pesquisa participativa e no respeito aos protocolos culturais indígenas e ribeirinhos. O desenho metodológico articula quatro dimensões principais:



A execução do projeto será organizada em cinco eixos temáticos, que também nortearão a estrutura dos produtos finais (cartilhas, revista e podcasts):



O projeto beneficiará diretamente estudantes, professores e comunidades de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, alcançando cerca de 5.000 pessoas presencialmente (incluindo participantes das oficinas, escolas atendidas e eventos de lançamento). Indiretamente, pretende atingir mais de 1 milhão de pessoas por meio das redes sociais e do site oficial. O público é diversificado: crianças, jovens e adultos da rede pública de ensino, pesquisadores, agentes culturais e comunidades indígenas e ribeirinhas.
Pessoas alcançadas presencialmente através de oficinas, distribuição de materiais e eventos
Pessoas atingidas através das redes sociais, site e podcasts
Todos os materiais serão produzidos com recursos de acessibilidade
O projeto prevê a produção e difusão dos seguintes produtos culturais:
100 exemplares, formato A4, capa colorida, 60 páginas, acabamento em lombada canoa.
Tiragem total de 5.000 exemplares, formato A5, capa colorida, 10 páginas, impressão em papel reciclado, com linguagem acessível e ilustrações.
Desenvolvido em tecnologia responsiva, com recursos de realidade aumentada (RA), contraste de cores, descrições alternativas de imagens e compatibilidade com leitores de tela.
10 episódios de 30 minutos cada, distribuídos em plataformas digitais como Spotify e YouTube, com trilha sonora regional e narração feita pelos próprios pesquisadores.
3 oficinas realizadas em escolas públicas de cada município, com média de 50 participantes cada.
4 eventos em escolas e centros culturais de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, abertos e gratuitos ao público.
Todos os produtos terão distribuição gratuita e estarão disponíveis em versão digital acessível (PDFs, audiobooks e site), garantindo que o patrimônio cultural do Rio Negro seja democratizado e chegue às novas gerações de forma inovadora e inclusiva.



Serão realizadas 3 oficinas educativas gratuitas e interativas, uma em cada município pesquisado (São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro). Cada oficina terá duração de 4 horas e será voltada para estudantes (do 6º ao 9º ano) e professores da rede pública, com uma média de 50 participantes por oficina. As atividades incluirão a apresentação dos achados da pesquisa, discussões sobre o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro e dinâmicas práticas com sementes e plantas, visando engajar o público na valorização do patrimônio cultural e ambiental da região.
Serão realizados 4 eventos públicos de lançamento e difusão dos produtos do projeto. Três destes eventos ocorrerão no interior (auditórios das prefeituras de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro) em Outubro de 2026. O principal evento de lançamento será em Manaus, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, em Novembro de 2026. Nestes eventos, além da apresentação oficial da revista, cartilhas, site e podcasts, haverá sessões de autógrafos com os pesquisadores, depoimentos de lideranças comunitárias e exposições fotográficas, fomentando o diálogo e a participação da comunidade.
Todos os materiais e eventos contarão com robustos recursos de acessibilidade para garantir o acesso a públicos diversos. Isso inclui: versão digital acessível em PDF dos materiais impressos, com navegação otimizada e compatibilidade com leitores de tela; audiodescrição detalhada em todas as imagens e vídeos publicados no site; a presença de intérpretes de Libras em todos os eventos de lançamento e oficinas educativas; e a disponibilidade dos podcasts como uma alternativa completa ao material escrito, garantindo o acesso pleno a pessoas cegas ou com baixa visão, bem como a comunidades com acesso limitado à leitura.
Terezinha de Jesus Reis Vilas Boas – Pesquisadora PhD, professora do IFAM, Coordenadora Geral do Projeto.
Autodeclaração: Mulher negra.
Farol do Norte Produções – Responsável por:


O projeto "Guardiãs da Terra: Saberes Femininos do Rio Negro" será desenvolvido ao longo de 12 meses (outubro/2025 a setembro/2026), dividido em etapas articuladas que garantem a realização da pesquisa, a produção dos materiais e a difusão dos resultados.
Atividades:
Equipe envolvida: Coordenação geral (Terezinha de Jesus Reis Vilas Boas), equipe de pesquisa, Eloína Xavier (produtora executiva) e Farol do Norte Produções.
Atividades:
Locais de atuação: comunidades do Rio Uaupés, Içana e Xié (São Gabriel da Cachoeira); comunidades do médio Rio Negro (Barcelos); comunidades ribeirinhas e periurbanas de Santa Isabel do Rio Negro.
Equipe envolvida: Pesquisadores (Terezinha de Jesus Reis Vilas Boas, Cleber, Leandro, Eloína, Raiane), apoio comunitário, registro audiovisual (Farol do Norte).
Atividades:
Equipe envolvida: pesquisadores, Farol do Norte (design gráfico, editoração e audiovisual).
Atividades:
Equipe envolvida: Farol do Norte Produções, gráfica local, pesquisadores.
Atividades:
Equipe envolvida: pesquisadores, Farol do Norte (comunicação digital, audiovisual e acessibilidade).
Atividades:
Equipe envolvida: Coordenação geral, equipe de pesquisa, Farol do Norte Produções, prefeituras locais e associações comunitárias.




O projeto "Guardiãs da Terra: Saberes Femininos do Rio Negro" representa uma importante iniciativa de valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro, com foco no protagonismo das mulheres indígenas e ribeirinhas na preservação e transmissão dos saberes agrícolas tradicionais. Através de uma abordagem multimídia e acessível, o projeto busca democratizar o acesso a esses conhecimentos, contribuindo para a educação patrimonial e o fortalecimento da identidade cultural amazônica.
Guardiãs da Terra